Os primeiros Missionários Servos dos Pobres no Brasil



Quatro foram os primeiros: João Graceffa, João Gulino, Ir. Vicente e Ir. Corrado

João Graceffa:

Fui convidado várias vezes para encontro de jovens na Paróquia São Marcos a pedido de Graceffa. Era um verdadeiro missionário, esquecendo a idade e limitações na saúde, dava sua vida numa dedicação diária sem limites.
Levantou estruturas, construções arrojadas, início de muitas pastorais e, sobretudo, uma disponibilidade incansável.

João Gulino:

Dedicou-se à divulgação do Carisma através dos escritos com a tradução de textos originais e com a redação de novos textos em português. Dos quatro missionários é aquele com o qual tive menos convivência.

Ir. Vicente:

Siciliano puro sangue, de uma família que além de Vicente deu o filho aos Jesuítas. Foi um irmão alegre, que fez seus estudos teológicos em Curitiba para tornar-se padre.
Sempre alegre e disponível foi um exemplo que emanava o carisma do Beato Cusmano.
As pessoas que foram beneficiadas pelos conselhos do Pe. Vicente são incalculáveis.
Com Pe. Vicente tive uma profunda amizade que se estendia em longas conversas. Sobre a vida do santo, foi ele que me passou biografias e escritos do beato Giácomo Cusmano.
Vi a convergência entre Carlos de Jesus e o Fundador dos Servos dos Pobres: a tão badalada opção pelos pobres e os últimos não era literatura, mas vivência concreta.

Ir. Corrado:

De temperamento mais introvertido, mas de dedicação total, Ir. Corrado dedicava-se aos serviços mais práticos e mais escondidos. Sempre me acolhia no Seminário de Campina do Siqueira com muito calor e ternura. Consciente de seus talentos e suas limitações. Corrado foi um Servo dos Pobres da cabeça aos pés.

Assinado:  Pe. João Rocha, a serviço de Jesus Cristo.
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