A ESPIRITUALIDADE DOS MISSIONÁRIOS SERVOS DOS POBRES


A ESPIRITUALIDADE DOS MISSIONÁRIOS SERVOS DOS POBRES


Os Missionários Servos dos Pobres seguem a espiritualidade de seu fundador, o Beato Giácomo Cusmano. Assim, o presente artigo desse mês, delinear-se-á sob algumas pinceladas da espiritualidade do Beato Giácomo Cusmano.
            A vida de Giácomo Cusmano é fecundada de uma profunda espiritualidade, que é acompanhada de perto por seu diretor espiritual, o Cônego Turano. As suas iluminações externas são recebidas sobretudo, da proximidade com seu diretor espiritual, através de muitas vezes de colóquios bíblico-espirituais, leituras de suas obras, dos autores espirituais e dos textos doutrinais.
            Assim, como seu Beato fundador, os Missionários Servos dos Pobres, procuram, na sua vida espiritual um acompanhamento de um diretor espiritual. Não tendo uma inclinação a revalorizar a piedade popular com várias devoções, mas, olhar para Cristo, Deus, Maria como únicos modelos aos quais deve-se olhar. Ainda, tendo presente que o itinerário espiritual, deve partir de uma continua conversão da alma, com o propósito do anseio de aderir à sua vontade a de Deus.
            A missão do Pe. Giácomo e de seus filhos (os Missionários Servos dos Pobres) é a de cooperar com a obra do Deus criador para “uma nova criação”, de Deus providente para ir ao encontro das necessidades dos pobres, Deus redentor para salvar as almas da miséria do pecado e de Deus Santificador procurando meios de santificação para as almas. No centro desta ótica está Cristo. Todo itinerário espiritual deve caminhar para uma linha de identificação progressiva com o Cristo que padece pela redenção dos pobres pecadores, totalmente fixo para a realização da vontade do Pai
            Quem se consagra a vida religiosa, nos Missionários Servos dos Pobres, deve ir à escola do crucificado, onde deve aprender que se vive morrendo e se ganha perdendo e, quando se torna mestre, nesta estratégia divina, então com certeza, com a graça do Senhor, tornar-se-á digno de sustentar e de vencer as batalhas da maior glória de Deus. Ainda insistia, o Beato fundador, que a escola do Crucificado é a escola do amor, de zelo apostólico, fortificados “na caridade de Jesus Cristo” é a escola de sacrifício. Contudo, deve-se manter um ardor eucarístico que não seja sentimental ou devocional, mas Jesus recebido na Eucaristia é o pão da vida eterna, único anseio da alma amante, o “todo”, pelo qual vale a pena renunciar a tudo.
Acima de tudo, e especifico dos Servos dos Pobres, é o “senso do pobre”, que é característico do Pe.Giácomo Cusmano, onde observa-se não uma piedade tradicional que sustenta um novo ativismo caritativo, mas uma nova espiritualidade da ação caritativa. Ou seja, isso remete de imediato ao seu carisma: Caridade sem Limites, toda a sua espiritualidade era também guiada pela caridade sem limites, e o profundo respeito e veneração ao pobre. O qual ele afirmava que o pobre era um outro sacramento, pois no pobre está verdadeiramente o rosto do cristo que sofre.

Contudo, pode-se inferir que os Missionários Servos dos Pobres, buscam no seu dia-a-dia, a vivência do itinerário espiritual, espelhado no seu santo fundador, o Beato Giácomo Cusmano, de olhar para Cristo como modelo de santidade respondendo a sua vocação de batizados e de consagrados a vida religiosa.
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